Uma vez li um livro muito bom. Uma parte dele falava sobre as águas, sobre a liberdade delas...
A princípio você pode até achar besta e sem sentido, mas se você parar pra pensar, que lição!!!
Elas
se jogam de cima dos penhascos e se atiram contra as rochas, sem se
importar com a altura, ou mesmo com o que vão encontrar lá embaixo.
Apenas vão...
Passando pelas fendas das rochas, elas continuam correndo.
Regando as matas, molhando a terra, elas vão...
Sem se importar com seu fim, apenas seguem... livres.
Diferentemente de nós. Nós vivemos presos.
Presos a uma série de algemas.
As sociais...
Nos importamos com o que os outros pensam, como vão nos ver, o que irão pensar, como irão reagir.
Vivemos presos às algemas da ansiedade...
Pensamos demais no futuro, e esquecemos com freqüência de viver o presente como se o final fosse mais importante.
Somos prisioneiros de nós mesmos...
Não
conseguimos nos livrar dos maus hábitos, fazemos apenas o que nosso
corpo pede, e somos educados por ele, quando na verdade deveria ser o
contrário.
Aprisionamos a imaginação, acabamos com o altruísmo, e
queimamos o amor que um dia foi plantado nos nossos corações, deixando
assim florescer o egoísmo, a paixão doentia
Como água parada... terminamos a existência.
Sem vida, sem sentido, sem aventura, rodeados de sujeira, de mesmice, de tédio...
Eiii! Tome cuidado!
Não deixe de viver a vida.
Viva a vida a cada minuto.
Aproveite... essa é sua única oportunidade!
Eu também vou tentar!!!
*Post do amigo Cuamba.
segunda-feira, 29 de março de 2010
|Outro Lunático| - Águas Correntes
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Analogia interessante e relevante.
ResponderExcluirBom post para começar a trajetória Cuambense.
Abraço!